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Queda na safra de laranja dos EUA pode elevar preço no país

31/01/2014

23/01/2014 04h21

A queda na produção de laranja nos EUA, a pior da última década, pode elevar os preços cobrados pelos produtores brasileiros. Para o consumidor, não há estimativa.

O diretor executivo da Citrus-BR (Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos), Ibiapaba Netto, disse que deverá haver alta da demanda pelo suco brasileiro, o que poderia elevar o preço para o produtor e a indústria –o índice é incerto.

O presidente da Associtrus (associação dos produtores), Flávio Viegas, confirma a expectativa positiva para os produtores com a queda da safra norte-americana.

A baixa na safra dos EUA, associada ao reduzido estoque brasileiro do produto, eleva as expectativas de rentabilidade do setor em relação aos dois últimos anos. Essa é a perspectiva do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.

No encerramento da safra atual, prevista para junho, os estoques podem ser de 450 mil toneladas de suco concentrado, conforme a Citrus-BR. Se confirmada, será 41,25% menor que as 766 mil toneladas estocadas no mesmo período de 2013.

"Com a menor safra na Flórida, aumenta a demanda pelo suco brasileiro. Com isso, é esperada uma reação nos preços internacionais pelo produto nacional, mas é difícil dizer em que intensidade", afirmou a analista do Cepea Fernanda Geraldini.

Viegas também tem expectativas positivas para o setor, embora, para ele, o preço pago ao produtor esteja ainda muito aquém do ideal.

Em novembro do ano passado, o CMN (Conselho Monetário Nacional) estabeleceu preço mínimo de R$ 10,10 por caixa com 40,8 kg de laranja para a safra 2013/14.

Para Viegas, o valor não cobre o custo do produtor, que precisaria vender por ao menos R$ 17,50. "O cenário fez muitos citricultores saírem da cultura", disse Geraldini.

Embora especialistas não façam previsão de que a possível alta seja repassada ao consumidor final, nos EUA ela é esperada. "No caso da Flórida, os preços já estão aumentando", disse Geraldini.

Fonte: CAMILA TURTELLI - DE RIBEIRÃO PRETO – Folha de São Paulo


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