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Encontro reúne presidentes de câmaras setoriais
28 de novembro | 2005
O presidente da Câmara Setorial da Citricultura e da Associtrus, Flávio Viegas, participou terça-feira (22) do 1º Encontro Nacional dos Presidentes das Câmaras Setoriais e Temáticas do Conselho do Agronegócio. A reunião contou com 26 presidentes de câmaras e o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues. “Embora a reunião tenha priorizado o aspecto administrativo das câmaras setoriais, ela demonstrou que o ministro dá importância muito grande para o trabalho das câmaras e que ele quer usá-las como base para a definição de políticas do Ministério da Agricultura”, observa Viegas.
A primeira parte do encontro discutiu a organização das câmaras e mostrou algumas falhas. “A idéia do ministro é canalizar todas as demandas setoriais pelas câmaras respectivas, tanto que ele já orientou os secretários dos demais órgãos do ministério para que cobrem das diversas entidades o encaminhamento de suas solicitações às câmaras setoriais. Os presidentes das câmaras terão prioridade na agenda do ministro”, diz Viegas.
Os presidentes foram cobrados quanto à resolução de problemas estruturais. “Muitas câmaras ainda não têm condições de preparar os programas estruturais, porque dependem de recursos ainda inexistentes, mas, acredito que o posicionamento do ministro vai fortalecer e dinamizar as câmaras.
O Ministério da Agricultura ,através das câmaras setoriais, dá oportunidade para que as entidades privadas,em particular os produtores agrícolas, participem efetivamente dos programas de governo. Essa iniciativa é fundamental para o desenvolvimento do país”, frisa Viegas.
A Câmara Setorial da Citricultura foi citada várias vezes. “O ministro observou que os setores da citricultura, do açúcar e álcool e da carne são os que enfrentam maiores problemas quanto ao relacionamento produtor/indústria e propôs uma reunião específica entre as três câmaras. O objetivo é encontrarmos uma forma de organizar melhor o setor produtivo, para que, dessa forma, os conflitos diminuam e a remuneração de todos os envolvidos nessas cadeias produtivas melhore”, finaliza Viegas.
