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Promessa não cumprida.
16 de outubro | 2006
16 de Outubro de 2006 – As prolongadas negociações entre citricultores e a indústria de suco, não produziram resultados concretos para os produtores de laranja. Após quatro meses de sucessivas tentativas de definir um valor que remunerasse o produtor e ao mesmo tempo compartilhasse ganhos proporcionados pela alta dos preços do suco na Bolsa de Nova York, produtores e indústria definiram um piso de US$ 4 a caixa da laranja.Após quatro meses de sucessivas tentativas de definir um valor que remunerasse o produtor e ao mesmo tempo compartilhasse ganhos proporcionados pela alta dos preços do suco na Bolsa de Nova York, produtores e indústria definiram um piso de US$ 4 a caixa da laranja.
(I.D.A.)
(Gazeta Mercantil/Finanças ;
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As prolongadas negociações entre citricultores e a indústria de suco, não produziram resultados concretos para os produtores de laranja. Após quatro meses de sucessivas tentativas de definir um valor que remunerasse o produtor e ao mesmo tempo compartilhasse ganhos proporcionados pela alta dos preços do suco na Bolsa de Nova York, produtores e indústria definiram um piso de US$ 4 a caixa da laranja. Desse valor, a indústria só está pagando 50%, informa o citricultor Marco Antônio dos Santos, que representa o setor na Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp). A indústria relutava em pagar o valor combinado porque aguardava a oficialização e a aceitação do acordo pela Secretaria do Direito Econômico (SDE), concretizada na quinta-feira.
O setor, envolvido em várias denúncias de prática de cartel, supostamente por ter combinado com os concorrentes os preços que pagaria pela laranja de fornecedores, teme ser submetido ao outra demanda judicial. Em função disso, a indústria negava-se a pagar integralmente pela matéria-prima.
(I.D.A.)
Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados – Pág. 12
