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Repercussão da Carta ao PENSA – Parte.

18 de julho | 2007

Caro Dr. Viegas, Na medida de minha disponibilidade de tempo, continuo analisando a planilha de custos elaborada pelo PENSA, que penso ser utilizada pelos advogados das Industrias para rebater a argumentação, que presumo estar presente nas ações que estão sendo movidas contra êles; entre outros argumentos; o de baixa remuneração para a caixa de laranja. Ou melhor e veridicamente dizendo, o de altos prejuízos para os citricultores! Simplesmente cruzando os dados apresentados na tabela da pag 65 do estudo deles (do PENSA)- de custo de produção por caixa – ; que presumo ser de média ponderada; como deveriam ser, com os dados de produção informados pelo PENSA na tabela da pag.79 , e fazendo-se a média PONDERADA, chega-se a um custo de R$ 5,363/ cx (Custo Operacional com colheita – como eles apelidam ). Só que nos gráficos da pag 26, do estudo deles, informam que este valor seria de R$ 5,16/cx. Ou seja, erraram contra o produtor em mais R$ 0,20/cx! Consequentemente o custo total, com os dado da tabela da pag. 65 , será de R$ 8,73. Somando a este valor, a difernça de aumento de custo da colheita considerada pelo PENSA e o valor corrente para colheita por empreiteira, mais o valor do frete, que não foi considerado e que é de R$ 1,41/CX (conforme comentário já enviado àASSOCITRUS e disponibilisado no site), TEREMOS UM CUSTO DE PRODUÇÃO DE R$ 10,14/CX . Considerando a Cotação do US$ de 12/07/2.007 de R$ 1,87/US$, teríamos um CUSTO DE PRODUÇÃO DE US$ 5,42/CX. (Portanto muito diferente daquele argumentado por um advogado de uma industia em uma ação e que tal custo seria de US$ 2,50/cx!) Considerando ainda, que ninguem faz Contrato para tomar prejuizo, verifica-se que os preços pagos são, para dizer o mínimo, insuficientes! Não é só! Verifiquei que consideraram (no estudo do PENSA) o preço do “Cobox” a R$ 8,00/kg. Custa R$ 16,00. Há também alguma discrepância nos encargos sociais. Assim que tiver mais conclusões voltarei a comentar.

O CITRICULTOR PEDE PARA SE MANTER INCÓGNITO.

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