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Associtrus participa da 34ª Semana da Citricultura

25/05/2012

Eles fazem parte da equipe de professores e pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos que, à convite da Associtrus, realizam estudos para apoiar a construção do Consecitrus e também para auxiliar no aprimoramento da planilha de custos da produção de laranja.

Os professores-doutores Luiz Fernando Paulillo e Hildo Meireles representarão a Associtrus, dia 31 de maio, às 10h30, na sessão de Economia e Políticas, na 34ª Semana da Citricultura, realizada de 28 de maio a 1º de junho, no Centro de Citricultura Sylvio Moreira, em Cordeirópolis. Na ocasião eles abordarãp o tema “Desafios do complexo citrícola brasileiro: velha dinâmica e nova coordenação?”.

Os professores considera que “para o Consecitrus se legitimar, ele precisará desenvolver conceitos em duas dimensões: 1) técnica e 2) institucional. Na dimensão técnica, que é por onde ele começou a ser debatido e estudado, as planilhas de custos das produções de laranja e do suco industrial determinarão os valores de referência para os atores coletivos citrícolas (as associações de representação dos atores produtivos da cadeia) definirem o preço da laranja em cada safra e o custo de fabricação do suco. A legitimidade desse processo dependerá de atitudes fundamentais: 1) transparência na formatação e preenchimento dos itens das planilhas de custos e discussões para o encontro de um quadro comum ou consensual de valores; 2) divulgações dos itens e valores para validação junto aos produtores de laranja; 3) desenvolvimento de um mecanismo participativo dos citricultores em cada safra para revisão dos itens; 4) coordenação técnica imparcial (realizada por professores e pesquisadores), etc. São atividades fundamentais para o processo de legitimação começar a acontecer. Depois viria a dimensão institucional, que é difícil para um setor marcado historicamente pela construção da desconfiança nas relações entre as partes (citricultores e processadoras de suco). Isso pode começar a mudar com a transparência das informações sobre a definição dos valores do Consecitrus, reuniões freqüentes para redefinições dos itens e valores das planilhas em cada safra, evitando a exclusão de alguma associação representativa da citricultura em cada safra, participação de atores públicos reputados no processo (como a Conab), etc. Essas atividades poderão promover o sentimento de pertencimento junto aos citricultores (sentimento de pertencer realmente ao Consecitrus). Se a sensação de pertencimento não surgir entre os citricultores, o Consecitrus não ganhará reputação e teremos novamente um mecanismo que sairá do setor, como foi o Contrato Padrão que começou bem nos anos 80. Mas é preciso coibir oportunismos e não pode haver manipulações. Joga-se o jogo com as cartas na mesa e não dentro do bolso. As presenças da Conab e de cientistas com reputação e relevantes publicações sobre o setor serão fundamentais para evitar ações oportunistas entre as partes da cadeia envolvidas no Consecitrus. Pois existem perguntas que estão sem respostas até agora: Como garantir que os acordos estabelecidos em cada safra serão efetivamente cumpridos? Quais os mecanismos que garantirão os acessos às informações necessárias para compreender o cálculo do Consecitrus? Como garantir credibilidade às auditorias que certificam as informações prestadas pelos atores da indústria de suco e da citricultura?”.

Estas e outras questões deverão constar das discussões da Sessão de Economia e Políticas da 34ª Semana da Citricultura.

Participem!


Fonte: Associtrus


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